Moradores de Almino Afonso sofrem há décadas com queimadas e fumaça de lixão da Prefeitura

por Fabiano Souza Oeste em Pauta

Morar no Sítio Carvoeiro, na zona rural do município de Almino Afonso, é um desafio para a saúde. As queimadas em um lixão da prefeitura local são constantes e obriga os moradores há conviveram com fumaça há mais de duas décadas.

A empreendedora digital, Lourrany Kerolaine da Silva Pereira, de 29 anos, tem compartilhado esse sofrimento com a família ao longo dos anos. Ela mora no Sítio Carvoeiro, juntamente com a mãe, de 64 anos, o pai, de 52 anos, e o irmão, de 27 anos, e relata a angústia de anos e anos vivendo com a fumaça dentro de casa. “O que temos aqui é um lixão a céu aberto, que há mais de 20 anos coloca em risco a saúde da população e o meio ambiente.”, denuncia.

Lourrany conta que o lixão, que a Prefeitura de Almino Afonso chama de aterro sanitário, recebe lixo também do município vizinho de Rafael Godeiro. “Inclusive, lixo hospitalar, restos de animais e até os resíduos retirados das fossas das casas da cidade. Tudo é jogado aqui sem nenhum tipo de tratamento. O lixo não é enterrado como deveria, ele é acumulado em cima do solo e constantemente queimado. Essa queima libera fumaça tóxica que atinge nossas casas, chega até a pista que passa bem ao lado do lixão e prejudica a saúde de todos nós.”, acrescenta.

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