Confirmada para segunda-feira, 1º de fevereiro, a greve nacional dos caminhoneiros que alegam situação pior que 2018

Confirmada para segunda-feira, 1º de fevereiro, a greve nacional dos caminhoneiros que alegam situação pior que 2018

Caminhoneiros confirmaram neste domingo(31), de janeiro, que a greve da categoria, começa a partir de amanhã (1º), e alegam situação pior que 2018
Os caminhoneiros confirmaram uma nova paralisação por tempo indeterminado a partir desta segunda-feira (dia 1º de fevereiro). A categoria reivindica melhores condições de trabalho, protestando contra o aumento do preço do óleo diesel, o marco regulatório do transporte marítimo e cobra direito a aposentadoria especial, além de outras pautas.
A decisão de promover a greve geral foi tomada no dia 15 de dezembro de 2020, durante assembleia geral extraordinária do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC). O conselho reúne 40 mil caminhoneiros em São Paulo e tem filiados em outros estados. Devido a grande quantidade de entidades que representam os trabalhadores, não há dimensão exata de como será a greve.
Em 2018, os caminhoneiros realizaram uma paralisação que durou dez dias, afetando todo o Brasil.
Segundo Plínio Dias, presidente do CNTRC, desta vez a situação é “pior” que em 2018. Ele estima que até 80% dos trabalhadores vão aderir a mobilização, que também recebe o apoio da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).

“As nossas pautas, que a gente trabalhou em 2018, a gente ganhou e não levou. O que funciona é só o eixo erguido do pedágio, para não pagar. Todas as reivindicações de 2018 não vingaram, só uma, que é a do eixo erguido”, afirmou Plínio.

Segundo o líder da categoria, a orientação é que as pistas não sejam totalmente interditadas e que ônibus, caminhões com insumos hospitalares e os com carga viva tenham livre passagem. Ele afirma ainda que a duração da mobilização depende de um acordo entre os agentes políticos.

Na semana passada Bolsonaro fez um apelo aos motoristas para que adiassem a greve. Segundo ele, o governo estuda alternativas para reduzir o PIS/Cofins e, por consequência, o preço do diesel. Bolsonaro ressaltou que a saída, no entanto, não será fácil.

Informações: Congresso em foco

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