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Fabiano Souza Oeste em Pauta

Agricultores e agricultoras familiares do Rio Grande do Norte já podem se inscrever no Garantia-Safra 2025/2026, programa do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) que oferece apoio financeiro a quem tiver perdas na produção em decorrência da seca ou do excesso de chuvas – no RN o programa é coordenado pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf). O benefício no valor de R$ 1.200 será pago às famílias que atenderem aos critérios técnicos e tiverem as perdas comprovadas.

As inscrições devem ser feitas online, no site sggs.mda.gov.br, ou presencialmente, nos escritórios regionais da Emater/RN. Os residentes na região I do RN, devem se inscrever até o dia 20 de dezembro deste ano, já a região II receberá inscrições até 16 de janeiro de 2026.

Podem participar agricultores com o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF) ativo e atualizado, renda bruta familiar mensal de até um salário mínimo e meio (excluindo aposentadorias rurais), que cultivem entre 0,6 e 5 hectares de feijão, milho, arroz, mandioca ou algodão e que não sejam proprietários de área superior a quatro módulos fiscais.

Após a inscrição, uma comissão local fará a avaliação e homologação da lista de participantes. O pagamento do boleto de adesão só deve ser realizado após a homologação, e o benefício será disponibilizado apenas nos municípios que tiverem perdas superiores a 50% da produção, conforme critérios técnicos e normativos.

O programa é uma ação conjunta entre Governo Federal, estados, municípios, organizações sociais e agricultores, e tem como objetivo fortalecer a agricultura familiar, garantir segurança alimentar e proteger a renda de quem vive da terra. Em caso de dúvidas, o e-mail segurosafra.rn@gmail.com está disponível para os agricultores familiares e demais interessados.

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O deputado estadual Gustavo Carvalho (PL) cumpriu agenda nesta terça-feira, 5 de agosto, em Mossoró, na região Oeste potiguar, onde se reuniu com o ex-vereador Zé Peixeiro. O encontro aconteceu durante um almoço em um restaurante da cidade e teve como pauta principal o apoio ao projeto político-eleitoral de Carvalho, que disputará seu sexto mandato na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte em 2026.

Durante a conversa, os dois líderes políticos alinharam estratégias para as eleições de 2026. Zé Peixeiro declarou apoio à reeleição de Gustavo Carvalho e avançou nas tratativas para formalização da aliança.

Com forte base eleitoral na zona norte de Mossoró, Zé Peixeiro acumula três mandatos na Câmara Municipal. Foi eleito pela primeira vez em 2008, com 2.921 votos, ficando em oitavo lugar. Em 2012, não se reelegeu, mas voltou em 2016 como o mais votado do pleito, com 3.034 votos. Em 2020, garantiu mais um mandato, sendo o terceiro mais votado com 2.802 votos.

Nas eleições municipais de 2024, Zé Peixeiro optou por não disputar a reeleição e apoiou Vavá (REDE), que foi eleito vereador com a quinta maior votação da cidade, somando 3.461 votos.

A adesão de Zé Peixeiro ao projeto de Gustavo Carvalho representa um reforço significativo para o deputado na capital do Oeste, especialmente nas comunidades onde o ex-vereador mantém forte influência política.

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Por G1.com

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (4) a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro (PL), proibiu visitas e mandou apreender celulares na casa do ex-presidente. A Polícia Federal fez buscas no local e recolheu um aparelho.

Na decisão, Moraes afirma que Bolsonaro utilizou redes sociais de aliados – incluindo seus três filhos parlamentares – para divulgar mensagens com “claro conteúdo de incentivo e instigação a ataques ao Supremo Tribunal Federal e apoio ostensivo à intervenção estrangeira no Poder Judiciário brasileiro”.

Uma dessas postagens ocorreu no domingo (4) na conta do filho e senador, Flávio Bolsonaro (veja mais abaixo), para repercutir atos a favor de Bolsonaro em cidades do país.

“O flagrante desrespeito às medidas cautelares foi tão óbvio que, repita-se, o próprio filho do réu, o senador Flávio Nantes Bolsonaro, decidiu remover a postagem realizada em seu perfil, na rede social Instagram, com a finalidade de omitir a transgressão legal”, escreveu Moraes.

Para o ministro, a atuação do ex-presidente, mesmo sem o uso direto de seus perfis, burlou de forma deliberada a restrição imposta anteriormente.

Moraes tinha determinado medidas cautelares a Bolsonaro no dia 18 de julho, por indícios de que o ex-presidente estava obstruindo o processo no qual é réu por tentativa de golpe de Estado.

Dentre essas medidas estavam, por exemplo, o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de sair de casa à noite e nos fins de semana.

O despacho ressalta que as condutas de Bolsonaro demonstram “a necessidade e adequação de medidas mais gravosas de modo a evitar a contínua reiteração delitiva do réu”.

Segundo Moraes, as medidas cautelares em vigor foram desrespeitadas “mesmo com a imposição anterior de restrições menos severas”, como a proibição de uso das redes sociais e de contato com outros investigados.

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A governadora Fátima Bezerra deu posse a três novos gestores para compor a administração do Governo do Estado, sendo eles o secretário Extraordinário de Assuntos Federativos, Luciano Santos; o novo diretor-presidente da CAERN, Sérgio Rodrigues; e o subsecretário do Turismo, Dácio Galvão. A solenidade ocorreu nesta segunda-feira (04), na Escola de Governo do Centro Administrativo e foi acompanhada por secretários, deputados, vereadores e prefeituras municipais.

“Estamos comemorando essa contribuição para três áreas muito importantes, que é a atuação federativa, o saneamento básico e o turismo”, afirmou a governadora Fátima Bezerra. “Foram escolhas que levaram em conta o preparo técnico, a seriedade, a ética, o espírito público, e sobretudo o amor pelo povo do Rio Grande do Norte e a vontade de arregaçar as mangas e trabalhar cada vez mais em prol do desenvolvimento do nosso Estado”, complementou Fátima.

Luciano Santos, ex-prefeito de Lagoa Nova (2017-2024) e ex-presidente da Federação dos Municípios do RN (2023-2025), vai comandar a Secretaria Extraordinária de Assuntos Federativos. A secretaria é responsável por coordenar e fortalecer as relações entre o governo estadual com os municípios e o governo federal. Ela atua na articulação política, na integração de políticas públicas e na busca por soluções conjuntas para problemas regionais e nacionais. Dessa forma, possui o importante papel de fortalecer as relações institucionais entre o governo estadual e os 167 municípios potiguares.

“Não se trata apenas de um órgão técnico, burocrático. É sobretudo um espaço político, no melhor sentido da palavra, para aproximar, articular, abrir portas e garantir que nenhuma cidade fique invisível aos olhos do governo do Rio Grande do Norte. E foi exatamente essa recomendação que recebi da governadora, que esta secretaria seja viva, presente e resolutiva. Assumo, portanto, o compromisso de honrar essa orientação”, disse Luciano.

Sérgio Rodrigues assume a presidência da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN) sucedendo Roberto Linhares, que ocupava o cargo desde 2019. O novo gestor é engenheiro civil com mais de 30 anos de experiência, e já atuava na companhia como diretor de Empreendimentos desde 2019 e também atuou como diretor comercial da Caern. Avançando para atingir as metas do Marco Legal do Saneamento, a Caern encerrou 2024 com um lucro líquido de R$ 50 milhões e uma receita operacional de R$ 1,16 bilhão, um aumento de 18,5% em relação ao ano anterior. Entre 2019 e 2024, os investimentos em água e esgoto ultrapassaram R$ 1 bilhão, com R$ 384 milhões aplicados apenas em 2024, sendo 68% destinados ao esgotamento sanitário dos municípios do RN.

“Quatro prioridades claras darão direção e ritmo à nossa atuação. A – Implantação de método não destrutivo para aprimorar a execução e manutenção de serviços urbanos, eliminando a necessidade de abrir buracos; controle e redução de perdas; agilidade nos processos de viabilidade técnica e relacionamento com Municípios”, esclareceu Sérgio Rodrigues, enaltecendo a importância do fortalecimento do relacionamento com os municípios, que são aliados diretos na missão de universalizar o saneamento básico.

Como subsecretário de Políticas e Gestão Turística, quem assume é Dácio Galvão, figura proeminente da cena cultural do estado, sendo o diretor artístico do Festival Literário da Pipa (FLIPIPA) e curador do Festival Literário de Natal (FLIN). Dácio presidiu, entre 2015 e 2024, a Fundação Cultural Hélio Galvão e a Fundação Capitania das Artes, acumulando o cargo de Secretário de Cultura de Natal. O novo subsecretário sucede a Solange Portela, que se aposentou, e passa a fazer parte da gestão de uma pasta com números promissores, com o turismo apresentando um crescimento robusto, com um aumento de 13,45% no número de turistas internacionais em 2025, atribuído a um trabalho estratégico de promoção da EMPROTUR, que consolida o estado como um dos destinos mais procurados do Brasil.

“Viemos somar a um legado que já está constituído ao longo da gestão do governo atual na área do turismo cultural, turismo étnico, turismo ambiental, ecoturístico e de bases comunitárias, que é algo no mínimo que nos provoca o desejo de colaboração. Vamos focar no turismo cultural, a missão está dada”, afirma Dácio Galvão.

Estiveram presentes na posse prefeitos, deputados, vereadores, secretários estaduais e municipais, empresários, representantes da Caixa Econômica e do Banco do Brasil, representantes do Governo Federal e do Ministério Público.

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Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil

A possibilidade de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda divide os brasileiros. Pesquisa do Instituto Datafolha divulgada na edição deste sábado (2) da Folha de S.Paulo mostra que 48% dos entrevistados são favoráveis à prisão de Bolsonaro por seu envolvimento na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Outros 46% acreditam que ele não deveria ser preso, e 6% preferem não opinar.

Mesmo diante desse empate técnico, a maioria (51%) acredita que Bolsonaro escapará da cadeia. Apenas 40% acham que ele será condenado. A percepção pública sobre o desfecho do julgamento, marcado para setembro no Supremo Tribunal Federal (STF), pouco mudou desde abril, quando os índices eram de 52% e 41%, respectivamente.

Condenação ou absolvição?

Bolsonaro será julgado sob a acusação de ter liderado uma articulação golpista para se manter no poder, mesmo após ser derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno de 2022. Segundo a Procuradoria-Geral da República, a conspiração envolveu aliados políticos e setores das Forças Armadas, culminando nos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

Se condenado, o ex-presidente poderá pegar de 12 a 43 anos de prisão. Ele nega todas as acusações. O julgamento pode começar no próximo mês.

Crise internacional e apoio de Trump

O julgamento ocorre em meio a uma crise diplomática com os Estados Unidos. O presidente americano Donald Trump, aliado ideológico de Bolsonaro, declarou apoio ao brasileiro e acusou o Judiciário brasileiro de perseguição política. Como retaliação, impôs tarifas mais altas sobre produtos brasileiros. A cúpula dos Três Poderes, no Brasil, reagiu.

A movimentação de Trump tem sido articulada por Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que se mudou para os Estados Unidos para liderar uma campanha internacional por anistia. Eduardo é investigado por obstrução de Justiça. Por determinação do Supremo, Jair Bolsonaro usa uma tornozeleira eletrônica para monitorar seus passos diante da suspeita de que ele poderia fugir do país.

Traição à pátria

O caso também gerou reações contra o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo no STF. Moraes teve seu visto americano revogado e passou a ser alvo de uma lei dos EUA que permite congelar bens de estrangeiros acusados de violar direitos humanos, uma sanção normalmente reservada a ditadores e criminosos de guerra. Em forte pronunciamento nessa sexta, Moraes acusou Eduardo, mesmo sem citar o nome do parlamentar, de “traidor da pátria”, “covarde” e “pseudo-patriota”.

A pesquisa também revela que o apoio ou rejeição à prisão de Bolsonaro segue linhas ideológicas e regionais. Defendem mais sua prisão os brasileiros de baixa renda (até dois salários mínimos), os moradores do Nordeste e os eleitores petistas. Já entre os que se opõem à prisão, predominam evangélicos, moradores da região Sul, bolsonaristas e eleitores de classe média mais baixa.

Bolsonaro é acusado de liderar uma trama golpista para impedir a posse ou destituir o presidente Lula. O plano, segundo as investigações, incluía até o assassinato do presidente eleito, do vice, Geraldo Alckmin, e do ministro Alexandre de Moraes.

A caminho do desfecho

O STF encerrou na segunda-feira (28) o interrogatório de 31 réus. Com o fim dos interrogatórios, a Corte encerra a instrução das ações penais dos núcleos 1, 2, 3 e 4 da denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra os acusados da tentativa de golpe do Estado no país para reverter o resultado das eleições de 2022.

“Ainda este semestre nós julgaremos todos os responsáveis. Absolvendo aqueles onde não houver prova de responsabilidade, condenando aqueles onde houver prova. Mas julgando, exercendo nossa função jurisdicional. E não nos acovardando em virtude de ameaças seja daqui ou de qualquer outro lugar”, disse Alexandre de Moraes nessa sexta-feira.

Fonte: Congresso em Foco

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A governadora Fátima Bezerra recebeu representantes de entidades do setor produtivo do Rio Grande do Norte e apresentou as medidas que serão adotadas pelo Governo do Estado com o objetivo de reduzir os efeitos nocivos à economia potiguar em função das novas tarifas impostas pelo presidente norte-americano Donald Trump. Entre as medidas estão o aumento da desoneração do ICMS às empresas do Proedi e a busca por novos mercados para os produtos sobretaxados.

O “tarifaço” abrange diversos produtos brasileiros e, no Rio Grande do Norte, a sobretaxa de 50% passa a incidir sobre 45 itens dos 47 produtos da pauta de exportações do RN para o mercado norte-americano.

Isso significa que 96% da produção potiguar destinada aos Estados Unidos da América sofrerá com a sobretaxa, excetuando os derivados de petróleo e, possivelmente, as castanhas de caju.

O Governo do RN publicou, ainda nesta quinta-feira (31), o decreto nº 34.771/2025, que aumenta a desoneração do ICMS às empresas beneficiadas pelo Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (Proedi).

A governadora Fátima Bezerra lamentou a nova política dos EUA e, por isso, reuniu os setores afetados e representantes do governo em um diálogo para construir, juntos, ações que reduzam o impacto na economia local. “Este é um dos momentos de maior ataque à nossa soberania, e as consequências são muito danosas porque elas resultam em menos emprego e, portanto, menos cidadania e menos desenvolvimento. É um ataque frontal e brutal às empresas; e, atacando elas, está atacando algo fundamental para a vida do nosso povo, que é o emprego”, destacou Fátima Bezerra.

Entre janeiro e junho de 2024, as exportações do RN com destino aos Estados Unidos totalizaram US$ 67,1 milhões, colocando os EUA entre os três principais parceiros comerciais do RN.

“Desde o primeiro momento em que tomamos conhecimento, designei o Cadu e o Alan Silveira, nas secretarias da Fazenda e de Desenvolvimento Econômico, que abrissem imediatamente o diálogo com a Agricultura, com a indústria, com o comércio, para que juntos pudéssemos construir as alternativas mais adequadas para mitigar os impactos diante dessa medida inaceitável que é o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos”, explicou Fátima.

A partir desse diálogo, o Governo do Estado e os representantes do setor produtivo têm construído ações para amortecer os impactos das medidas impostas pelo governo dos Estados Unidos, com efeitos diretos e indiretos na economia do RN, entre eles o desemprego.

“O Governo do RN jamais poderia ficar omisso diante de uma situação como essa. Então, por meio do diálogo construtivo com a representação do setor produtivo do nosso estado, chegamos às medidas mais adequadas para mitigar os impactos”, afirmou Fátima.

O secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, da Ciência, da Tecnologia e da Inovação (Sedec), Alan Silveira, enfatizou que parte dessas medidas já está sendo colocada em prática. “O Governo do Estado apresentou uma proposta para todos os setores produtivos do Rio Grande do Norte que estão sendo afetados pelo tarifaço. Essa proposta foi acatada e vem para beneficiar e tentar mitigar os danos causados por essa nova política tarifária”, explicou Silveira.

Consta na proposta a ampliação do benefício do Proedi e também a compensação financeira da exportação. Paralelamente a isso, o governo mantém o diálogo com o governo federal, que, junto aos estados e aos diversos setores produtivos, busca reverter ou reduzir esse impacto à economia dos estados e, consequentemente, ao país.

O secretário da Fazenda, Carlos Eduardo Xavier, explicou como o programa chegará às empresas e ao povo. “Essa iniciativa do Governo é para proteger os empregos gerados por essas empresas. Estamos atuando de duas formas. Primeiro, com a liberação dos créditos de ICMS. Isso é recurso direto às empresas. São créditos acumulados de empresas que realizam exportação, e vamos fazer a liberação no dobro do valor que fazíamos mensalmente, e esse valor acrescentado é exclusivo para as empresas impactadas pelo tarifaço”.

A segunda medida impacta diretamente as empresas participantes do Proedi. Se uma empresa tiver 10% do seu faturamento oriundos de exportação para os EUA, terá um acréscimo de 10% no seu benefício como forma de mitigar o impacto do tarifaço. “Essas duas medidas vão ajudar as empresas, mas a finalidade maior é manter os empregos gerados”, completa Cadu Xavier.

Todas as empresas impactadas se enquadram nas medidas adotadas pelo Governo do RN. Parte delas, incluídas no Proedi, serão beneficiadas com o aumento da desoneração, e as que não estão no Proedi serão beneficiadas com a liberação de créditos do ICMS.

Hugo Fonseca, secretário-adjunto da Sedec, detalhou que, além das medidas adotadas, o Governo do RN segue em diálogo para diversificar ainda mais os mercados. Atualmente, o RN tem negócios com mais de 80 países. “Ao mesmo tempo em que apresentamos essas medidas de suporte voltadas à questão do ICMS, também temos um plano de políticas públicas para, justamente, a abertura de novos mercados. Tudo isso de forma bem planejada, com vários cenários estabelecidos, a curto, médio e longo prazos”.

Roberto Serquiz, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), celebrou as medidas que ajudarão o setor produtivo nesse momento difícil. “Reconhecemos o esforço. É importante que o governo esteja, nesse momento de dificuldade, pensando em apoiar essas empresas que exportam. E colocamos, então, a permanência da abertura do diálogo, do canal de comunicação, porque essa análise da dimensão vai ser feita individualmente, empresa a empresa e setor a setor. Então, é muito importante o que o governo está fazendo, sobretudo na questão do diálogo aberto, para que possamos ter interlocução”, disse o presidente da FIERN.

A reunião contou ainda com a participação de Ivanilson Maia, secretário-adjunto do Gabinete Civil; Marcelo Júnior, secretário-adjunto da Agricultura e Pesca; Vilmar Pereira, vice-presidente da FIERN; Arimar França Filho (Sindpesca); Airton Torres (SIESAL); Diogo Maia (Sindpesca); Paulo Henrique Macedo, diretor-presidente da Codern; Laumir Barreto, diretor-executivo da Fecomércio; Zeca Melo, superintendente do Sebrae-RN; e José Vieira, presidente da Faern/Senar.

Medidas apresentadas pelo Governo do RN

  • Aumento da desoneração do ICMS às empresas beneficiadas pelo PROEDI;
  • Duplicação do valor mensal de créditos acumulados de ICMS para empresas exportadoras. Essa medida se restringe às empresas exportadoras afetadas pelo aumento das tarifas pelo governo norte-americano;
  • Mapeamento com precisão das barreiras tarifárias e não tarifárias em vigor para cada produto nos EUA;
  • Investimento na capacitação técnica de exportadores locais sobre exigências sanitárias e padrões internacionais;
  • Fomento a acordos comerciais e protocolos fitossanitários bilaterais, inclusive via articulação federativa;
  • Incentivo ao reposicionamento de produtos em cadeias de valor globalizadas, com foco em diferenciação e sustentabilidade;
  • Apoio à busca por novos mercados-alvo, especialmente na Ásia e na América Latina.
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Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

O Brasil atingiu no segundo trimestre do ano a taxa de desemprego de 5,8%. É o menor patamar já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31). O levantamento mostra ainda que o país bateu recorde de emprego com carteira e salário do trabalhador.

A menor taxa de desocupação pertencia a novembro de 2024, com 6,1%. No primeiro trimestre de 2025, o índice estava em 7%. Já no segundo trimestre de 2024 era 6,9%.

No conjunto de três meses encerrado em julho, o país tinha 102,3 milhões de trabalhadores ocupados e cerca de 6,3 milhões desocupados. O número de pessoas à procura de trabalho representa recuo de 17,4% (menos 1,3 milhão de pessoas) ante o primeiro trimestre. Já o número de ocupados subiu 1,8% de um trimestre para o outro, o que significa 1,8 milhão de pessoas a mais trabalhando no país.

O contingente de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu 39 milhões de pessoas, crescimento de 0,9% ante o primeiro trimestre do ano e o maior já registrado pelo IBGE. O número de trabalhadores sem carteira também cresceu (+2,6%), chegando a 13,5 milhões.

Pesquisa atualizada

A Pnad divulgada nesta quinta-feira é a primeira que apresenta ponderação com base em dados apurados pelo Censo 2022. A mudança consiste em um ajuste da amostra representativa de domicílios visitados pelos pesquisadores do IBGE. A atualização é praxe de órgãos de estatísticas em todo o mundo.

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Só é considerada desocupada a pessoas que efetivamente procura emprego. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

A taxa de informalidade – proporção de trabalhadores informais na população ocupada – foi de 37,8%. É a menor registrada desde igual trimestre de 2020 (36,6%). O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo-terceiro salário.

O contingente de desalentados, pessoas que sequer procuram emprego por avaliarem que não conseguirão, fechou o segundo trimestre em 2,8 milhões, menor nível desde 2016.

Salários

O mercado de trabalho aquecido pode ser sentido no bolso do trabalhador. O IBGE revelou que o rendimento médio mensal atingiu R$ 3.477, o maior já apurado. Esse valor fica 1,1% acima do recebido no primeiro trimestre do ano e 3,3% maior que o do segundo trimestre do ano passado.

O maior número de pessoas ocupadas e o recorde no rendimento fizeram com que a massa de rendimentos – o total de dinheiro que os trabalhadores recebem – também atingisse o ponto mais alto já alcançado, R$ 351,2 bilhões. É dinheiro que termina movimentando a economia, seja em forma de consumo ou poupança. Esse patamar supera em 5,9% (R$ 19,7 bilhões) o montante do mesmo trimestre de 2024.

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A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou nesta quarta-feira (30), com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), do Ministério da Saúde, coletados de janeiro a 21 de julho de 2025, que o Rio Grande do Norte notificou mais de 2,3 mil casos contra a mulher.

De acordo com a pasta estadual, no período analisado, o RN notificou 1.361 casos de violência física contra mulheres, somados a 414 registros de violência psicológica/moral, 394 notificações de violência sexual, além de 68 casos de violência por negligência/abandono, 60 casos de violência por tortura e 19 notificações por violência financeira/econômica.

A faixa etária que tem os maiores registros de violência é a de 20 a 29 anos, seguido das mulheres de 30 a 39 anos. Em relação a raça os maiores registros são nas mulheres pardas; já com relação ao nível de escolaridade os maiores índices de notificações estão nas que tem o ensino fundamental incompleto.

A Sesap diz que conduz uma série de ações voltadas à qualificação do atendimento às pessoas em situação de violências. A pasta estadual, por meio do Grupo de Trabalho Intersetorial de Promoção à Saúde e da Cultura de Paz, trabalha junto aos profissionais da saúde e da rede intersetorial buscando aprimorar os serviços.

“Participamos de vários comitês e conselhos no âmbito das outras secretarias estaduais que trabalham a construção e materialização das políticas de proteção às mulheres em situação de violências. Além disso, atuamos na elaboração de notas técnicas sobre o atendimento integral às pessoas em situação de violências na saúde e na rede intersetorial, na comunicação externa direcionada às autoridades competentes”, explicou Anna Luiza Liberato, referência técnica das violências na atenção primária à saúde da Sesap.

Entre as medidas já consolidadas está o Guia de Orientação para Profissionais de Saúde e da Rede Intersetorial de Atenção às Pessoas em Situação de Violência do Rio Grande do Norte. O documento, que foi lançado em agosto de 2024 e está passando por um processo de atualização, visa qualificar o acolhimento das vítimas de violência em toda a rede de saúde do estado.

O guia é fruto de uma articulação conjunta da rede de saúde em todos os níveis – estadual, municipal e federal. Além de informações sobre aspectos éticos e legais no atendimento e acolhimento, a organização da rede multiprofissional, fluxos de notificação, humanização e outros pontos, o documento organiza, por cada região de saúde, os serviços de referência, com o público-alvo e o tipo de violência que acolhem, sejam hospitais regionais, maternidades, hospitais municipais ou UPAs.

Agosto Lilás

Durante o mês de agosto todo o Brasil, em alusão à Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, debate ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

No Rio Grande do Norte, a Sesap inicia o Agosto Lilás com o 1º Fórum estadual de profissionais dos serviços de atendimento às vítimas de violência sexual no RN.

O evento, organizado em parceria com a Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Rio Grande do Norte (SOGORN), acontece no próximo dia 1º de agosto, das 8h às 12h, no Hotel PraiaMar, em Ponta Negra. A programação da Sesap para o Agosto Lilás inclui ainda um simpósio, reunião ampliada do GT intersetorial e a 5ª Conferência Estadual das Mulheres, nos dias 27 e 28 de agosto.

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Com emoção, consciência e protagonismo juvenil, foi aberta oficialmente, nesta quarta-feira (30), a IV Conferência Estadual Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (CEIJMA), em Natal. O evento marca o ponto alto de um processo iniciado nas escolas do Rio Grande do Norte, envolvendo diretamente mais de 180 unidades de ensino e cerca de 3.500 estudantes com idades entre 11 e 14 anos. A programação se estende até sexta-feira (1º) com debates, oficinas e eleição dos projetos e delegados que representarão o estado na etapa nacional, em Brasília.

A governadora Fátima Bezerra participou da abertura da conferência e destacou a urgência da consciência ambiental diante das mudanças climáticas. Ela parabenizou os estudantes pelo protagonismo e reforçou a importância da educação ambiental desde cedo, especialmente no contexto da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025, a COP30, que ocorrerá na Amazônia

“As enchentes que atingiram o Sul do país nos alertam para a gravidade da crise climática que enfrentamos. O Rio Grande do Norte tem feito sua parte — somos líderes na produção de energia eólica e temos potencial para conduzir a transição energética. Mas a sustentabilidade precisa andar de mãos dadas com justiça social e ambiental. O que estamos construindo aqui é um passo essencial nessa direção”, afirmou a chefe do Executivo estadual.

A CEIJMA é uma ação promovida pelo Ministério da Educação (MEC), em parceria com os ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), com apoio do Governo do RN, por meio da Secretaria de Estado da Educação, do Esporte e do Lazer (SEEC). No estado, a conferência adota o tema “Vamos Transformar o RN com Educação e Justiça Climática”, em consonância com o mote nacional. Ela acontece em sintonia com as discussões da COP-30.

A secretária-adjunta de Educação do RN, Cleonice Kozerski, ressaltou o valor do engajamento juvenil e a simbologia presente no evento. “Todos nós começamos em movimentos como esse. Um grêmio estudantil, uma associação de bairro, uma conferência… E é nesse espaço que começamos a entender que a nossa casa é muito maior: é o planeta”, afirmou. A gestora também destacou o símbolo da conferência, a flor Xanana, uma planta resistente que representa a resiliência diante dos desafios ambientais e sociais.

Representando a Comissão Executiva Nacional, o consultor do MEC, José Janiedson Sousa, falou da importância do evento como espaço de construção coletiva. “As conferências escolares foram momentos ricos de debate e elaboração de propostas. Aqui, na etapa estadual, celebramos esse percurso e elegemos nossos representantes para a nacional. Eu mesmo fui delegado em 2008 e essa vivência mudou minha vida. Aproveitem cada instante, porque essa experiência é transformadora”, incentivou, saudando os participantes em nome da governadora e da equipe nacional da conferência.

A pluralidade de vozes e projetos foi outro ponto destacado pela representante do Ministério do Meio Ambiente, Neuza Helena Rocha Barbosa, analista ambiental e integrante da Comissão Executiva Nacional da CNIJMA. “A etapa estadual só é possível porque começou na base, nas escolas e nos municípios. Aqui é um momento de formação, escuta e valorização da diversidade — temos adolescentes da zona rural, da periferia urbana, negros, indígenas, com deficiência, surdos. Essa riqueza é o que torna a conferência tão potente e urgente”, disse.

Entre os jovens participantes, a estudante Thalita Carvalho, do 7º ano da Escola Estadual 30 de Setembro, de Mossoró, compartilhou sua empolgação com o evento.“Eu não imaginava que estaria aqui. Nem era eu quem ia apresentar o projeto, mas fui escolhida. Desde que comecei a estudar o tema, me apaixonei. Quando soube que iria para a etapa estadual, fiquei muito feliz” contou, animada.

Coordenador estadual da conferência, Jorge Raminelli enalteceu o engajamento dos estudantes, das escolas e o papel da SEEC no processo. “A conferência é uma construção coletiva que só foi possível graças ao engajamento das 16 DIRECs, dos municípios e, principalmente, das escolas. Estamos formando uma geração de jovens comprometidos com um novo pacto ecológico”, afirmou.

Além das autoridades citadas, a cerimônia contou com a presença da secretária de Estado das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Júlia Arruda, a coordenadora de Desenvolvimento Escolar da SEEC (CODESE), Glauciane Pinheiro, e a subcoordenador do Ensino Fundamental, Nazineide Brito. A juventude potiguar esteve representada por Jamyle Medeiros, do Coletivo Jovem de Meio Ambiente do RN, e Thales Dantas, diretor técnico do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte, também compôs o grupo de autoridades presentes.

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O ministro dos Transportes, Renan Filho, afirmou nesta terça-feira (29) que o governo pretende eliminar a exigência de aulas em autoescolas para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Em entrevista à GloboNews, ele destacou que o custo elevado — entre R$ 3 mil e R$ 4 mil — tem levado milhões de brasileiros a dirigir sem habilitação.

“Qual o problema do Brasil? É que a gente tem uma quantidade muito grande de pessoas dirigindo sem carteira porque ficou impeditivo tirar uma carteira no Brasil. Entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. O cidadão não aguenta pagar isso”, afirmou o ministro.

“Quando o custo de um documento é impeditivo, o que que acontece? A informalização. As pessoas dirigem sem carteira. E esse é o pior dos mundos porque o nível da qualificação. (…) Isso aumenta o risco para ela, aumenta o risco de acidentes.”

Ao ser questionado sobre o risco de acidentes com a flexibilização da exigência, o ministro afirmou que os cursos continuarão disponíveis, ministrados por instrutores qualificados e supervisionados pela Senatran e pelos Detrans.

“O grande problema é que as pessoas já dirigem sem carteira. (…) E se você for olhar, por exemplo, as pessoas que compram moto, 40% delas, quando a gente faz um cruzamento entre o CPF de quem comprou e se ele tem ou não habilitação, não possuem habilitação”, disse.

“Se as pessoas dirigem sem curso algum, a gente está propondo garantir cursos para que as pessoas melhorem, tenham mais qualificação na hora de dirigir.”

Renan Filho também destacou as desigualdades sociais no acesso à CNH, afirmando que, em muitos casos, as mulheres são excluídas do processo de habilitação.

“Se a família tem dinheiro para tirar só uma carteira, muitas vezes escolhe tirar a do homem. A mulher fica inabilitada justamente por essa condição.”

Máfias das autoescolas

Segundo o ministro, o governo estuda formas de reduzir ao máximo o custo da CNH, permitindo que mais pessoas possam se qualificar e obter o documento.

Renan Filho afirmou que cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem habilitação atualmente, e outros 60 milhões têm idade para obter a CNH, mas ainda não possuem o documento. “A pesquisa que fizemos apontou o custo como o principal motivo”, disse.

Como fica o risco de acidentes?

Renan Filho também criticou o modelo atual, que, segundo ele, favorece a atuação de máfias em autoescolas e nos exames. “É tão caro que não basta a pessoa pagar uma vez o preço alto. Quem pode pagar, muitas vezes, é levado a ser reprovado para ter que pagar de novo”, afirmou.

“O que que acaba com isso? Desburocratizar, baratear, facilitar a vida do cidadão tira o incentivo econômico para criação dessas máfias.”

Segundo o ministro, o Brasil emite entre 3 e 4 milhões de CNHs por ano. Com os preços atuais, isso representa um gasto anual entre R$ 9 bilhões e R$ 16 bilhões para a população.

“Se isso for barateado, esse dinheiro vai para outros setores da economia, (…) que geram empregos competindo internacionalmente. Isso ajuda a economia brasileira a se dinamizar.”

Como colocar em vigor?

Questionado sobre a necessidade de aprovação legislativa, o ministro afirmou que a proposta pode ser colocada em prática por meio de regulamentação, sem passar pelo Congresso.

“Não precisa passar pelo Congresso essa parte da modificação. Construímos um projeto que pode funcionar a partir daquilo que o próprio governo pode fazer. Não vamos mexer em leis profundamente.”

Para Renan Filho, a proposta configura apenas uma mudança regulatória. “A gente acredita que a gente pode, por meio da regulamentação das normas, facilitar, desburocratizar para o cidadão, que o que certamente facilita o debate político.”

O ministro também afirmou que a medida deve incentivar a formação de trabalhadores, permitindo o acesso antecipado a vagas que exigem carteiras de habilitação profissional.

“Condutores de ônibus, de caminhões, de vans de transporte, essas pessoas precisam ter uma carteira que não é essa que a gente está discutindo. A gente está discutindo a carteira A e B. (…) E, se as pessoas tiverem mais cedo, elas vão ter condição de acessar com mais facilidade o mercado de trabalho, é, de garantir melhoria na sua própria vida.”

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